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16.3.25

Adoro a minha inocência em achar que porque consegui manter uma frequência de posts bacanas em um mês isso também vai ser repetir nos meses seguintes. Como podem ver, não consegui. A rotina me engoliu, para a surpresa de ninguém, e preferi usar os poucos momentos livres para manter meu ritmo de leituras. Nem me dei o trabalho de ligar o notebook nesse período. 

Fevereiro me permitiu algumas constatações, como a falta da minha rotina de treinos afeta com força meu carisma, emocional, a coisa toda. Foi um período de crises de ansiedade e muita frustração em que precisei saber lidar, mesmo que falhando muitas vezes. Caos. Quando não estava colapsando, me apegava com força nas coisas que me fazem bem. 

Como pode caber tantas emoções em uma fotografia quando ela é feita pela sua filha?  

Vozes da minha cabeça: Por mais que nossa casa já esteja pequena há um bom tempo (temos apenas um quarto) e já estejamos na movimentação de pesquisar outro cafofo para morar, me dá um aperto no coração saber que assim que mudarmos precisaremos de mais do que apenas descer as escadas para ver meus sogros. E os deuses sabem o tanto que fico feliz em poder compartilhar momentos e memórias com eles, assim como sabem o motivo de não o fazermos com a frequência que gostaríamos. 

Fevereiro nos permitiu um churrasquinho realinhador de carisma com eles e, como estava de castigo graças ao meu querido calcanhar, testei minhas habilidades artísticas com a Sara no chão da garagem. 

Depois de umas duas semanas mais xoxa e capenga que de costume, meu calcanhar começou a enfim melhorar e rolou dar um pulo em Imbituba para matar a saudade da vovó adiana e pegar uma praia. 

Como mentalmente ainda me sentia drenada, aproveitei para acalmar o coraçãozinho, descansar e ler enquanto Sara matava a saudade da avó. 

Voltei mais leve pra casa. 

Acho que foi o mês que as frases do Co-Star mais fizeram sentido pra mim e que fui me agarrando a elas como mantras e doses de respiro. 

E sabe o que também realinha carisma? Matar a saudade da melhor amiga e da afilhada. É muito doido amar tanto alguém ao ponto de ficar genuinamente feliz em poder compartilhar qualquer experiência, qualquer memória. Por ser uma relação de amizade, algo que precisamos escolher e alimentar e que também precisa ser recíproco, algo que até meus 30 anos eu nem cogitava ser possível. 

Enfim, essa feliz escolha que tanto me faz bem e tanto me proporciona me permitindo dessa vez acompanhar rotina de vacina da afilhada, matar saudade do nosso café da manhã duvidoso e passear um pouco no shopping mesmo sem ter a menor ideia de quanto tempo ia durar o bom humor da Sosô. Foi um sábado precioso. 

Amando a fase Sara fotógrafa. 

Vozes da cabeça da Sara externalizadas pós role:

— Mãe eu queria uma Sofia pra mim 😔

— A Sofia pode morar aqui uns dias?  


Apesar de por vários dias do mês eu acordar determinada a ter um dia bom e coisas aconteceram, o que me restava rir depois de alguns breves surtos de raiva controlada, me mantive determinada também a ter um último bom dia do mês. Afinal, era dia de trabalhar na temática do Carnaval, o que poderia dar de errado? 

Foi eu descer do ônibus e meu querido coturno resolveu simplesmente tirar férias forçadas. Os minutos que eu levava caminhando do ponto até o escritório se multiplicaram, aceitei a humilhação de caminhar arrastando os pés quase que de ré e agradeci por ter escolhido a meia certa, afinal, ia passar o expediente inteiro descalça. 

Só espero agora criar vergonha na cara e resolver os problemas da vida assim como os do meu coturno, que no dia do caos foram resolvidos de forma muito madura, com o bom e velho durex na hora de ir pra casa, mas que a altura dessa publicação já estão belos pós visita ao sapateiro. Quanto aos demais problemas dessa vidinha intensa, é aceitar (e fazer algo a respeito) ao fato de que os colapsos emocionais não podem viver apenas de durex (treino & livros) no fim do dia. Fica aqui o lembrete pra mim mesma. 

💖
2.2.25

Não acredito que veio ai o post com os últimos livros lidos — as leituras que fiz em Janeiro. Chocada. E já vou logo avisando, não sei fazer resenhas. A ideia é registrar o que tenho lido e o que essas leituras me proporcionam (obsessão, desespero, farofadas). Conclusões basicamente tiradas de vozes da minha cabeça

 ✨ 

Agora, já prevendo julgamentos quanto a minha sanidade, alguns pontos importantes antes de você confiar na minha empolgação. 

Cai no mundo das fantasias dark +18 cheio de matança, gatilho e putaria ano passado e perdi o controle. Li um bocado de coisa mas sigo sem critérios pessoais muito específicos. Acabo gostando de absolutamente tudo o que leio. Então, se você tem alguns ressalvas pra esse tipo de leitura ou só é um pouco mais criterioso, leia por conta e risco. Talvez esse seja meu desvio de caráter. 

Outra coisa, não sei pontuar leitura. Na minha cabeça é tudo nota cinco não importa se só me prendeu na leitura ou se fiquei obcecada e madruguei lendo. Tentarei anotar nas próximas leituras os meus picos de surto pra começar a medir, mas não garanto nada. 

Obs.: Sinopses e algumas outras informações estou pegando na Amazon por enquanto. 

✷ Powerless, por Lauren Roberts

Sinopse: Kai é um príncipe poderoso, treinado para matar. Paedyn é uma garota comum que sobrevive fingindo ter poderes. Quando os caminhos dos dois se encontram por acaso, eles não imaginam que serão oponentes em uma competição mágica brutal. Nem que se verão envolvidos em um romance proibido e perigoso ― tão impossível quanto inevitável. (+14)

Powerless é o primeiro da trilogia e o segundo livro é pra sair esse ano. Não surtei como em outros livros de romantasia que li mas gostei da experiência e pretendo continuar quando o segundo sair em português. Galerinha das outras redes comenta que é farofada, fantasia bem simples etc mas eu curti. Cumpriu seu papel de me prender na história e realinhar meu carisma. 


✷ Trono dos Lobos: parte 1 (Lua Vermelha), por Ewah Dimitrowah

Dúvida sincera, como que a gente compartilha sinopse de um livro quando é continuação sendo que provavelmente tem spoiler, sei lá? Compartilho a sinopse do primeiro só? 

Sinopse (do primeiro livro): Tahisa conhece apenas a ilha onde vive com suas Mães e Irmãs. Mas a sua curiosidade sobre o continente e as pessoas que habitam lá mal pode deixá-la dormir a noite. Como uma Serva da Deusa era esperado que ela tivesse habilidades como as suas Irmãs, ou que pelo menos pudesse ver o futuro, mas Tahisa não têm nenhum poder. Tudo o que ela têm são o seu arco e flecha e uma adaga pontuda para matar coelhos. No entanto, estranhos presságios sobre uma tempestade começam a perturbá-la até que finalmente se concretizam. Um homem, um estrangeiro, chega às suas praias. Ele está ferido e se não for tratado morrerá. Tahisa só tem que tomar uma decisão. Uma decisão que mudará a sua vida, das suas Irmãs e do continente inteiro. (+18)

É o terceiro livro da série Lua Vermelha e foi bom demais retomar essa história. Pra entender o meu nível de empolgação, não sei quando vou subir esse post mas esse parágrafo em específico escrevi dia 26 e, enquanto pesquisava algumas informações sobre, descobri que dia 25 saiu o quarto livro da sequência. Então, meus amigos, já termino esse parágrafo com plena ciência de que me entregarei a insensatez e madrugarei lendo em pleno domingo pré semanada de muito trabalho. 


✷ Balthazar: Seduzido pela Ira, por Nana Pauvoli

Sinopse: Balthazar Severus é um vampiro de linhagem pura, oriundo dos Cárpatos, que segue rigidamente as tradições de sua família. Entre as regras inquebráveis, está a de que o primogênito deve se casar com uma vampira pura de outro clã. Sua vida está predestinada, até o dia em que conhece Lioara. Filha do Alfa Supremo Riuk Constantini, Lioara pertence a uma linhagem lupina excepcional, marcada por força e evolução incomparáveis. Ela não pertence ao mundo de Balthazar, e ele jamais imaginou que alguém como ela pudesse abalar suas certezas. Um vampiro puro. Uma loba tão letal quanto fascinante. E uma conexão irresistível e explosiva. Quando inimigos se tornam amantes, o destino começa a revelar seu preço. (+18)

Cai nesse livro quando assinei o Kindle Unlimited e me animei por fazer parte de uma série que li ano passado e gostei bastante. Ele pode ser lido de modo independente, a quem interessar, sem precisar ler a série Os Alfas dos Cárpatos. 

Confesso que dei umas boas gargalhadas no começo enquanto ambientavam o POV do Balthazar — parecia que estava assistindo Crepúsculo¹ e só faltou o póbi brilhar — mas logo perdi o foco disso relembrando de outros personagens de Cárpatos enquanto a leitura me prendia, me apegando a novos personagens e, bom, li em dois dias. 

¹Antes que me cancelem, deusmefree azucrinar o gosto alheio sendo que basicamente comecei o post dizendo pra não confiarem no meu gosto. É só que a minha relação com Crepúsculo é morna, por falta de explicação melhor. Na época que lançaram os filmes não peguei o hype mas gosto de assistir os filmes porque acho engraçado. Além de nunca ter lido os livros. Então, amantes do filme, favor não me odiar e vamo ser feliz gostando das coisas que a gente gosta :) 

✷ Zombie, por Kel Costa

Sinopse: Um vírus letal para as mulheres. Uma realidade em que a humanidade perde a capacidade de se reproduzir. Uma sobrevivente, imune à doença, carregando em seu ventre o bem mais precioso de todos. Um condenado à prisão perpétua, que contra todas as possibilidades, muda o rumo de sua jornada por causa de uma garota desconhecida. (+18)

Farofinha apocalíptica boa, gargalhei lendo e devorei essa belezinha em dois dias também. Cumpriu seu belo papel de realinhar meu carisma. 

Segue trechinho que fez minha cabeça gritar vamo lá porra:

"Nevada estava a milhares de quilômetros de distância, mas era para lá que eu guiava, na tentativa de transformar minha vida fodida em algo útil e ajudar uma garota maluca a sobreviver." 


✷ Tempestade de Ônix, por Rebecca Yarros

Sinopse (do primeiro livro): Violet Sorrengail, uma jovem de vinte anos, estava destinada a entrar na Divisão dos Escribas, levando uma vida relativamente tranquila entre os livros e as aulas de História. No entanto, a general comandante das forças de Navarre – também conhecida como sua mãe –, durona como as garras de um dragão, ordena que Violet se junte às centenas de candidatos que buscam se tornar a elite de seu país: cavaleiros de dragões. O problema é que, quando você é menor que todos os demais candidatos e certamente mais frágil que eles, a morte está a apenas uma batida de coração de distância... Porque os dragões não se unem a humanos "frágeis". Eles os reduzem a cinzas. (+16)

É o terceiro livro da trilogia Empyriano, mas quem também leu essa pedrada já sabe que não acabou por ai. Previsão é de ser cinco livros e só os deuses sabem quando essa lazarenta vai lançar o quarto. Que os deuses tenham piedade de nós reles leitores. 

Esse sem sombra de dúvidas cai na categoria obsessão e surtos. Amei os dois primeiros, surtei quando soube que iam lançar o terceiro, cometi a compra salgada de pré-venda, li em menos de três dias e sigo catatônica. Lançou dia 22 no Brasil e dia 25 eu já estava assistindo live de outras pessoas sofrendo enquanto liam pra eu poder me sentir maluca em grupo. 

Inclusive revisando esse post enquanto me preparo pra assistir +1 vídeo de teorias, sigo maluca. 

✷ Trono dos Lobos: parte 2 (Lua Vermelha), por Ewah Dimitrowah

Voltando para terminar esse post alguns dias depois, confesso que meus planos de madrugar foram por água abaixo. O que em parte é bom porque o cansaço me pegou e eu precisava estar minimamente acordada para as tarefas CLT do dia seguinte. Porém madrugada de terça-feira me permitiu chorar durante as horas que passei lendo e acordar na quarta-feira com uma bela dor de cabeça. Imagina se não achássemos que lemos para relaxar, risos nervosos.

Amei o quarto livro dessa série assim como amei os anteriores, mas achei que o fim poderia ter sido melhor. Vou ler se sair sequência dos outros personagens? Com toda a certeza. Me apeguei a outros personagens e me nego a aceitar o fim dessa história. Ewah, você me deu esperança, dê seus pulos! 

Não sei se esse post vai fazer muito sentido pra vocês, graças a minha habilidade em explicar coisas que gosto, e nem se o faço com esperança de melhorar o meu jeito de compartilhar surtos literários. Achei divertida a experiência e pretendo fazer isso mais vezes, seja lá aonde isso vai parar.

Pra quem ficou tanto tempo sem ler depois que chefinha nasceu, retomar esse ritual do jeito que retomei tem me feito bem demais. Tem sido a dose de inutilidade que ajuda a equilibrar as crises existências que a vida adulta proporciona. Afinal o aprendizado alcançando só serviria para fins de sobrevivência em outro plano existencial, técnicas para não ser comida por dragões e memória muscular para posições ousadas.  

Aos que aceitarem o risco das minhas indicações (dá pra chamar assim?), boa sorte e divirtam-se. Espero que proporcione o mesmo realinhamento de carisma e eventuais desgraçamentos mentais que esses livros me proporcionaram.

um beijo,
ba.

1.2.25

Oração para que eu continue mantendo o ritmo de postagens pois gostoso demais e ajuda muito no realinhamento do meu carisma. Grata. 

Primeiro dia do ano, folga, o puro suquinho da preguiça.  

Colocamos Lilo e Stitch pra passar na TV, mãe nunca tinha assistido. Nada me tira da cabeça que o espírito animal alienígena da Sara é o Stitch. O que faz desse filme um dos meus favoritos, obviamente. 

sara plena comendo todos os mamões da casa

Vocês já viram vídeo de pais sendo perseguidos por seus filhos dentro de casa? Eu subi sozinha para o quarto para tirar aquele soninho da tarde, já que Sara e vovó estavam tranquilas no sofá, e acordei horas depois dividindo um colchão de solteiro e um braço dormente com meu carrapatinho. 

Fechamos o primeiro dia do ano com mamis completamente entretida lendo o primeiro livro de ACOTAR. Estou ansiosa para as primeiras impressões dela. 

Já o segundo e terceiro dia do ano se resumem em dois registos. Aqueles dois segundos que tu olha para o lado e a criança resolve entrar de roupa na banheira, claramente nem um pouco arrependida. E aquele outro momento de home office CLT que você chega a conclusão de quem nem o filtro que te faz parecer bronzeada esconde o quão branquela você é (oi veias). 

Corta para um sábado de sol e muuuuito filtro solar, podem ficar tranquilos. 

Sei lá quantas horas fiquei fazendo isso e mais alguns castelos tortos

Se você me ver cavucando areia na praia, não me atrapalhe, estou exatamente aonde queria estar. 

Castelinho feio de areia entra na minha caixinha de não é terapia mas é terapêutico. Claramente maluca, gosto assim. 

Foi uma manhã de praia gostosa, em um trecho um pouco mais isolado que Toni e eu gostamos muito na Praia da Vila. Só não demos sorte quanto ao mar porque o único trecho sem bandeira vermelha (alerta de mar perigoso), tinha bandeira roxa (alerta de água viva). Pelo menos dessa vez não tostei nenhum pedaço do meu corpinho e por isso já me considero vitoriosa. 

Já o único registro de domingo parece suco de ressaca, o que acho que tem se tornando uma constante na minha vida depois de qualquer interação/atividade fora da rotina. Eu tenha bebido, ou não. 

Carisma 30+ as 08:53 de domingo

Como nem só da casinha linda da minha mãe se vive, segunda-feira (6) o sol mal tinha dado as caras já estávamos na estrada rumo a nossa casinha. A saudade que eu estava, vocês não tem ideia. Amo visitar minha mãe e passar dias lá mas amo ainda mais voltar para o meu cafofinho bagunçado. 

Já em casa parei um pouco com os registros, corpo e cabeça pedindo um respiro pra tentar reorganizar a rotina. Tínhamos mais duas semanas pela frente de férias escolares. Os registros basicamente se resumiram em variações da Sara cochilando no sofá enquanto trabalhávamos. 

Quanto a outros registros completamente aleatórios, voltando a normalidade... 

9 de janeiro de 2025 às 07:58, os zóio inchado pronta pro home office

queria não ter achado caro e levado pra casa

bagunça nossa de eventuais finais de semana

sara provando lichia e ficando obcecada

a mãe lê, o pai assiste jogo de CS e sarinha desenha

Na minha segunda-feira (20) de retorno ao presencial tive a presença ilustre de Sosô, minha afilhada. Como é raro Tayna vir ao escritório eu aproveito e mato a saudade das duas mesmo. Bom demais trabalhar com minhas pessoas favoritas. 

vou reclamar da vida como se a minha afilhada me olha assim?

pov: vc tá no colo da sua dinda pros seus pais almoçarem (mas seu pai é metido)

As duas últimas semanas do mês se resumiram na retomada caótica da rotina CLT, de brinde uma virose que proporcionou dias esquisitos. Também fui agraciada com as consequências do grande evento ortopédico se estendendo para problemas no meu calcanhar. 

Aparentemente passar dias forçando o calcanhar causam muita dor a ponto de você terminar no pronto atendimento com uma prescrição de injeção na bunda e calcanheira para todo o sempre. Além de ser avisada que absolutamente todos os seus calçados de base reta (ou seja todos mesmo) são um grande problema.  

30+ não tem 01 dia de paz.

Para minha infelicidade, retorno aos meus treinos de musculação estão suspensos até segunda ordem. Me permiti ser burra indo treinar superiores, como se não usasse os malditos pés como apoio base para qualquer coisa que faço, e piorei o meu quadro. Parabéns Barbara, nota dó. Agora é torcer para as instruções de cuidado dos próximos dias sejam suficientes pra resolver o problema e eu não precise abrir novas abas de preocupação tendo que fazer a tal USG do pé. 

Fechei o mês assistindo live de teorias de um dos livros que li em Janeiro, Tempestade de Ônix, aproveitando a oportunidade de ficar ainda mais maluca. 

Como estou me sentindo ousada, pretendo fazer um post com as leituras do mês também. Já comecei, só falta terminar e tomar coragem pra compartilhar. 

É isso, espero que Janeiro tenha sido menos doido pra vocês do que foi pra mim e que Fevereiro me dê um pouco de descanso, pelamordedeus

um beijo,
ba.